A Federação Paulista de Golfe alerta os golfistas para a epidemia de dengue no País e sugere alguns cuidados. O estado de São Paulo já tem 100 municípios com epidemia da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A capital enfrenta um surto da doença. Setenta pessoas infectadas pelo mosquito já morreram, este ano, só no estado de São Paulo.
O golfista e médico Elver Colombo sugere alguns cuidados, como o de evitar jogar de bermudas, para limitar a exposição às picadas. Colombo recomenda o uso de um desses dois repelentes de inseto: o Exposis ou o Autan. Os cuidados devem ser redobrados até o final de maio, quando a temperatura ainda está propícia para novas infecções. Como o mosquito da dengue pica durante o dia, diferentemente do mosquito comum, os golfistas ficam bastante expostos ao risco de contaminação.
A ação mais simples para prevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução. A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente. Para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.
A dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.





