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quarta-feira 25 de fevereiro de 2026

Flávio Maschietto: “A Federação Paulista de Golfe tem que estar à altura do que ela é”

Solenidade de posse da diretoria 2026 – 2028 aconteceu no São Paulo Golf Club

 

Richard, Uipiquer, Flávio, Victor e Grego: diretoria executiva da FPGolfe para o triênio 2026 – 2028. Fotos: Thais Pastor/F2 Comunicação

Uma plateia formada por cerca de uma centena de golfistas, dezenas de dirigentes, patrocinadores e autoridades aplaudiu com entusiasmo o discurso de Flávio Maschietto, presidente da Federação Paulista de Golfe (FPGolfe), na solenidade de posse e apresentação da diretoria da entidade para o triênio 2026 – 2028, nesta terça-feira, 24 de fevereiro, no São Paulo Golf Club. Um dos momentos mais importantes do discurso de Maschietto foi quando ele resumiu o mote da nova gestão: “Nossa Federação tem que estar à altura do que ela é.”

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Maschietto se referia não só ao tamanho, mas sobretudo à importância que a FPGolfe – que completará 53 anos no dia 8 de março – tem para o golfe brasileiro e para o esporte em geral. Maior entidade estadual do golfe nacional, a FPGolfe congrega aproximadamente 5 mil jogadores federados distribuídos em 52 clubes de 38 cidades paulistas, além de Poços de Caldas (MG) e Campo Grande (MS), representando mais da metade do golfe brasileiro, e pretende organizar, em 2026, 80 eventos de golfe de todos os níveis, dos juvenis e femininos aos de alto rendimento e profissionais.

Posse Festiva

Na verdade, a nova diretoria já vem trabalhando desde o começo de janeiro, quando assumiu oficialmente a entidade, e a solenidade desta terça-feira, no São Paulo Golf Club, serviu para apresentar os 34 membros da equipe à comunidade do golfe de uma forma pouco usual, alegre e descontraída. O evento começou com um café da manhã, seguido de um torneio com saídas simultâneas com o campo lotado, e terminou com um almoço de confraternização e os discursos de praxe. O tempo ajudou, com o temporal previsto para o fim da manhã só chegando quando todos já se divertiam no recém-reformado e espetacular restaurante social do São Paulo.

“Não podia haver melhor local para este evento do que o São Paulo Golf Club, o clube de golfe mais antigo do Brasil e meu clube de coração, onde estou há 10 anos” destacou Maschietto, agradecendo a Marcelo Gullo, capitão de golfe, que representou o presidente Toninho Abdalla, em viagem, pela cessão do campo para a solenidade. Ele agradeceu ainda a presença de Eudes de Orleans e Bragança, presidente da Confederação Brasileira de Golfe (CBGolfe), que além de participar da cerimônia, jogou ao seu lado.

Vices e Prioridades

Maschietto apresentou rapidamente os vice-presidentes daquela que ele chamou de sua “Diretoria de Notáveis” e destacou dentro do plano comum de profissionalizar ainda mais a entidade – o que começou a ser feito na gestão anterior – a intenção de que a FPGolfe funcione como uma empresa eficiente, sempre com o objetivo maior de popularizar o golfe, torná-lo mais acessível, atrair para o guarda-chuva da FPGolfe os cerca de 8 mil jogadores que ainda não têm handicap oficial e dobrar o número de federados nos próximos anos.

O presidente da FPGolfe destacou rapidamente as prioridades de cada um de seus vice-presidentes neste início de mandato: Uipiquer Santos (Administrativo Financeiro), que centrará sua gestão em Governança e Responsabilidade; Victor Maia (Técnico), a quem cabe um grande leque que vai da parte técnica de todos os eventos, passando pelas Regras do Golfe e chegando ao desenvolvimento dos profissionais; Richard Tsung (Marketing), que tem se dedicado a viabilizar uma grande reforma de todas as instalações da FPGolfe e a atrair novos patrocinadores; e Constantino Ajimasto Júnior, o Grego, que ficou com a imensa missão de popularizar o golfe atraindo crianças, adolescentes e outros públicos com a criação de pequenas e lúdicas instalações nas cidades.

Exemplo Argentino

Ao citar a sintonia que as novas diretorias da FPGolfe e da CBGolfe têm entre si, Maschietto reafirmou que a sua entidade vai estar próxima de toda e qualquer iniciativa que incentive o golfe. Mas aposta em outros caminhos também. “Acho que a gente sempre pensa no PGA Tour como exemplo e na necessidade de gerar o nosso ‘João Fonseca’, hoje o ídolo que recolocou o tênis nas manchetes, mas acredito que o grande espelho para o Brasil está mais próximo: a Argentina.”

“A gente empata no futebol, mas perde de goleada para os argentinos no golfe”, compara Maschietto. “A Argentina é um país que tem um PIB do tamanho do nosso, do estado de São Paulo, mas com 300 campos de golfe, 50 mil filiados, dos quais 10 mil mulheres, tem representantes em todos os circuitos profissionais do mundo e já venceu três majors (Masters, US Open e The Open)”, destacou Maschietto, acrescentando que a FPGolfe fará parcerias em todos os setores possíveis com a Argentina, como estratégia para desenvolver ainda mais o golfe e gerar novos talentos.

Maschietto encerrou a apresentação deixando claro que está ciente do tamanho da missão que ele e sua diretoria abraçaram: “Os desafios são grandes, mas a nossa vontade de realizar é maior.”

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