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quinta-feira 03 de setembro de 2026

Com vitória no Rio, Igor Cruz sobe 57 posições no Ranking Mundial e bate recorde pessoal

Jogador do Damha é o terceiro melhor brasileiro do mundo e segundo do ranking nacional

 

A vitória de virada no Aberto do Rio de Janeiro, no último domingo, teve um impacto gigantesco na carreira de Igor Cruz, do Damha, que colocou seu nome definitivamente na lista da elite do golfe brasileiro e mundial. De uma vez só, Igor ganhou 57 posições no Ranking Mundial Amador de Golfe (WAGR), onde ganhou duas posições para ser o terceiro melhor brasileiro na lista atualizada nesta quarta-feira, e chegou ao número 2 do Brasil, superando Matheus Balestrin.

Igor é agora o 320º melhor golfista amador do mundo – seu recorde pessoal –, numa lista com milhares de nomes e centenas que competem regularmente nos maiores centros do golfe mundial, como Estados Unidos, Europa e Ásia. Conquistas que são fruto de seu imenso talento, de sua incrível dedicação aos treinos e do apoio de um gerenciamento profissional de carreira, feito pela Saran Sports, que cuida ainda de revelações brasileiras do tênis e do skate.

Mais destaques

Outros importantes saltos no ranking mundial masculino após o Aberto do Rio foram do juvenil paranaense Gustavo Giacometti, um dos vice-campeões, que subiu 52 postos e chegou a 548º do mundo, e Antônio Pedro e Silva, do Rio de Janeiro, que ganhou 40 posições e subiu para o 871º lugar. Os demais oscilaram poucas posições.

Giacometti é agora o nono brasileiro do ranking mundial, o que o deixará fora, por muito pouco, do LAAC (Latin America Amateur Championship) caso o Brasil consiga mesmo inscrever oito jogadores – limite por país – na maior competição do continente e que dá vaga em três torneios do Grand Slam do golfe profissional. A convocação será pelo ranking da próxima semana.

Fechando a lista de convocados para o LAAC estaria Arthur Fernandes, do São Fernando, que é o 544º do mundo, quatro postos à frente de Giacommeti. Os demais Top 8 da lista são Herik Machado, do Damha, melhor brasileiro e 67º da lista; o gaúcho Matheus Balestrin (149º); Gui Grinberg (358º), do São Paulo; Eduardo Matarazzo (359º), do São Fernando; Marcos Negrini (428º), do Damha, e o juvenil Luca Almeida (516º), do São Paulo. O Damha tem hoje três dos cinco melhores brasileiros do ranking mundial e três dos quatro melhores do Ranking Nacional.

Feminino

As três brasileiras que já estavam no ranking mundial e jogaram no Rio também ganharam importantes pontos no ranking mundial. A campeã, a gaúcha Eduarda Roggero, subiu 32 postos para ser a 399ª do mundo, enquanto as duas vice-campeãs também tiveram ganhos: Bia Menga, do São Fernando, subiu 20 posições para chegar à 918ª colocação, e Carla Ziliotto, diretamente filiada à Federação Paulista de Golfe, saltou 52 posições para entrar no Top 1 mil do ranking mundial, na 956ª posição, menos de um ano depois de ter voltado a competir. Bia continua como a líder doRanking Nacional e Carla já é a quarta da lista.

As duas melhores brasileiras do WAGR continuam sendo as cariocas Duda Rocha (240ª) e Maitri Peychaux (314ª). Eduarda vem em terceiro. Logo atrás estão Tota Gavião (595ª), Maria Eugênia Peres (785ª), Bia e Carla. As mulheres estão na expectativa da convocação para o WALA (Women’s Amateur Latin America), o equivalente ao LAAC para elas.

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