
Marcos Negrini e Bia Menga fizeram os melhores resultados do segundo dia do Bandeirantes. Fotos: Thais Pastor/F2 Comunicação
Igor Cruz, do Damha, e Duda Rocha, do Itanhangá, não jogaram tão bem quanto na estreia, mas mantiveram a liderança isolada de suas chaves no 31º Campeonato Bandeirantes de Golfe. A segunda de suas três rodadas foi disputada neste sábado, 7 de março, no Ipê Golf Club, em Ribeirão Preto (SP). Nesta rodada, todos os jogadores de alto rendimento começaram suas voltas pelo buraco 10, terminando no 9.

Ao lado (da esq. p/ dir.; de cima para baixo): Igor Cruz; Bia Menga; Antônio Pedro; Sofia Menga; Welington Aderaldo; Flávio Maschietto e José Olímpio; e Iguatemy Guaraná, Uipiquer, Eduardo Rocha e Victor Maia.
O Bandeirantes, segundo maior evento organizado pela Federação Paulista de Golfe (FPGolfe) e um dos mais importantes do Brasil, termina neste domingo, 8, valendo pontos para o Ranking Mundial Amador de Golfe (WAGR), além dos rankings Nacional e da FPGolfe. Dos 146 golfistas de 33 clubes de quatro estados brasileiros (SP, RJ, PR e MS) que iniciaram o torneio, apenas 76 (52%) avançam para o domingo, após o corte que deixou em campo apenas os melhores de cada categoria.
Igor, que chegou ao sábado liderando por cinco tacadas, fez um birdie no terceiro buraco e mais dois para fechar o dia, mas devolveu quatro tacadas entre eles, para jogar uma acima do par, somar 143 tacadas (70-73) uma abaixo, e ver sua liderança reduzida para três tacadas. O novo vice-líder é Marcos Negrini, também do Damha, que havia estreado mal, mas fez a única volta sem bogeys da semana — igualando a melhor do torneio —, e soma 146 (76-70), duas acima.
O grupo dos líderes para a rodada final será completado pelo carioca Antônio Pedro e Silva, do Gávea, que começou o dia em segundo, melhorou de resultado, mas caiu para terceiro, com 147 (75-72). Outra grande recuperação veio de Herik Machado, do Damha — número 1 do Brasil —, que pulou para o quarto lugar, com 148 tacadas (77-71), ainda cinco atrás do líder, mas com chances reais de brigar pelo título.
O Damha, de São Carlos, cidade a uma hora de carro de Ribeirão, tem ainda mais três jogadores em destaque: Matheus de Oliveira, quinto com 150 (76-74); Ivan Tsukazan, sétimo com 155 (79-76); e Rogério Cardoso, oitavo com 156 (76-80). Ou seja, o “Dream Team” do Damha chega à final com seis dos oito primeiros colocados. Fernando Silva, da Associação Esportiva São José, vem em sexto, com 151 (77-74).
Após 36 dos 54 buracos, Rogério Cardoso ficou mais perto do troféu de melhor pré-sênior scratch (40 a 54 anos) do Bandeirantes. Já o troféu de melhor sênior (55 anos em diante) tem dono: Eduardo Cury Junior, do Ipê, que soma até agora 170 (89-81) tacadas.
Duda Rocha piorou sete tacadas em relação à estreia, mas manteve a liderança isolada, com 149 (71-78), cinco acima do par e sete à frente das rivais. Desta vez, a melhor volta do dia foi a de Beatriz Menga, do São Fernando, que se manteve em segundo, com 156 (79-77). Ela é seguida por sua irmã gêmea Sofia Menga, com 163 (80-83). As gêmeas jogarão ao lado de Duda no pelotão das líderes, pelo segundo dia consecutivo.





