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quinta-feira 17 de setembro de 2015

Pedro Nagayama é número 1 de São Paulo

Pela primeira vez, um golfista que iniciou a carreira no Embrase Golf Center, o centro de treinamento da Federação Paulista de Golfe (FPG), assume a posição de número 1 do ranking paulista.

Pedro Nagayama, de 18 anos, se iniciou no esporte aos 12 anos no Embrase Golf Center junto com o pai, o empresário Mario Nagayama. Ambos disputaram – e ainda disputam – o Pé Duro, circuito de golfe da Associação Paulista de Golfe (APG).

Assim que se decidiu pelo golfe, Pedro e o pai decidiram procurar um clube onde ele pudesse jogar e desenvolver todo o seu potencial. Foi assim que eles escolheram o São Fernando Golf Club, de Cotia (SP), para se associar.

Pedro passou então a ter aulas com o Jaime Gonzalez, head-pro do clube, que, entre outros, foi o professor de Alexandre Rocha e Rafa Becker, dois dos melhores profissionais da história do golfe brasileiro. E a julgar pelos resultados recentes de Pedro, o juvenil segue o mesmo caminho de sucesso.

Os resultados não demoraram a aparecer. Em abril, Pedro venceu a quarta etapa do Tour Nacional de Golfe Juvenil, no Goiânia Golfe Clube, em Goiânia (GO), com o recorde de 198 (65-68-65) tacadas, 18 abaixo do par, em 54 buracos, com dois eagles e 19 birdies. O outro único torneio brasileiro de 54 buracos vencido com 18 abaixo foi o Diners Tour do Itanhangá, em 2003, quando Philippe Gasnier, em seu ano de estreia como profissional, teve uma incrível vitória em casa.

Pouco depois, em agosto, Pedro melhorou seu próprio recorde ao jogar 64, oito abaixo do par, no segundo dia do Aberto do Estado de São Paulo, válido para os rankings mundial e nacional adulto. Além de quebrar o recorde do campo do Ipê GC, de Ribeirão Preto, Pedro chegou líder à volta final. No domingo, cedeu o empate para o gaúcho Sandro Gonçalves, que o derrotou com um birdie no terceiro buraco extra. Mesmo assim, o vice-campeonato bastou para Padro assumir o posto de número 1 de São Paulo e chegar a sétimo do ranking brasileiro adulto. Ele também é o terceiro do ranking brasileiro juvenil.

Pedro já está escolhendo uma faculdade para ir estudar e jogar nos EUA, a partir de agosto de 2016. Lá, quer usar a NCAA, o forte circuito universitário americano, para ganhar experiência e avaliar o melhor momento para virar profissional. “Tudo vai depender da evolução de meu jogo”, diz Pedro, que sabe a dificuldade que é se firmar no circuito mundial. “O nível é cada vez mais alto e não para de evoluir”.

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