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sexta-feira 30 de janeiro de 2026

Brasileiro Juvenil: Tota Gavião e Alexa Alonso dão os títulos femininos ao Brasil

Arthur Fernandes perde para Andres Duisberg no desempate. Chile ganha também na Pré-Juvenil

 

A brasileria Tota Gavião e chileno Andres Duisberg são os novos campeões do Brasileiro Juvenil de golfe. Fotos: Thais Pastor/F2 Comunicação

Dois títulos femininos para o Brasil e dois títulos masculinos para o Chile. Esse foi o resultado do 36º Campeonato Brasileiro Juvenil e Pré-Juvenil de Golfe encerrado nesta sexta-feira, 30 de janeiro, no São Paulo Golf Club, na zona sul da capital paulista, valendo para o Ranking Mundial Amador de Golfe (WAGR) e para os rankings nacionais juvenis. A rodada final foi difícil para todos, com as posições de bandeiras mais exigentes da semana e a chuva da primeira metade do rodada se somando à pressão de quem disputava os títulos do mais importante torneio do país para meninas e meninos de até 18 anos.

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No feminino, o Brasil não teve o que reclamar com um pódio todo da casa. A gaúcha Maria Antônia Gavião, a Tota, de 16 anos, que defendia o título, venceu de ponta a ponta, com direito a fechar a semana com a única volta feminina abaixo do par da semana, ser campeã geral e da categoria juvenil (até 18 anos) com 213 (71-73-69) tacadas, o par do campo, oito tacadas à frente das adversárias. Tota fez dez birdies na semana, cinco deles nesta rodada final, sendo três deles seguidos dos buracos 4 ao 6 (13º ao 15º – começou pelo 10).

Mais destaques femininos

A também gaúcha Eduarda Roggero, de 17 anos, igualou a segunda melhor volta do torneio para virar o jogo e ser vice-campeã juvenil, com 221 (75-75-71) tacadas, derrubando a carioca Maitri Peychaux, de 15 anos para o terceiro lugar, com 222 (74-72-76). Maitri, que foi bicampeã brasileira pré-juvenil em 2024 e 2025 e estreava na categoria juvenil, começou o dia em segundo, duas atrás da líder, mas foi vítima de dois duplos bogeys na rodada.

Na pré-juvenil (até 15 anos), o título inédito ficou para a paulista Alexa Alonso, de 14 anos, que aprendeu golfe no Golf Center da Federação Paulista e hoje é uma das promessas das novas gerações. Ela começou a volta final vencendo por quatro, vantagem que manteve até o final ao vencer com 240 (80-76-84) tacadas e ainda terminar em sétimo na geral. O pódio pré-juvenil feminino foi completado pela argentina Antonia Saez, vice-campeã com 244 (80-80-84) tacadas, e pela paranaense Bruna Garcia, com 247 (81-80-86).

Virada e playoff

No masculino, o paulista Arthur Fernandes, campeão brasileiro pré-juvenil de 2025, chegou à rodada final com sete abaixo e vencendo por três, antes de devolver quatro tacadas no final da primeira metade do campo e permitir a virada do chileno Andres Duisberg, que havia começado o dia em terceiro, quatro atrás do líder. Quando tudo parecia perdido, Arthur reagiu com birdies nos dois buracos finais, para ainda terminar com 211 (68-67-76), duas abaixo.

Duisberg, por sua vez, foi com a segunda tacada no lago do 18, mas pode dropar no green e de lá “salvar” o bogey que também o deixou com 211 (72-68-71). Ambos fizeram o par no primeiro buraco do desempate, novamente no 18, mas no segundo, Arthur errou a tacada de aproximação pela direita e só não foi na água, porque sua bola parou nas costas de Maria Eduarda Souza, que estava sentada na beira do lago. De lá, sem conseguiu um bom stance, se equilibrando na beira da água, Arthur jogou para longe da bandeira e não escapou do bogey que deu o título a Duisberg, com mais um par.

Mais destaques masculinos

Só mais dois jogadores, além de Arthur, conseguiram duas voltas abaixo do par na semana, a começar pelo chileno Samuel Trucco, que terminou em terceiro, com 212 (72-70-70) tacadas a uma tacada do playoff. Com isso, Samuel virou o jogo para ser o campeão pré-juvenil. O outro com duas voltas abaixo do par foi o paulista Guilherme Yoshikawa, que somou 213 (70-70-73) para empatar em quarto, no par do campo, com o chileno Diego Serrano (67-71-75), líder do primeiro dia.

O paulista Luca Almeida, que começou o torneio em segundo na geral e liderou a pré-juvenil até o final, ficou em sexto na classificação geral, com 214 (68-73-73) tacadas, para ser o vice-campeão pré-juvenil. O pódio pré-juvenil foi completado pelo gaúcho Vicente Caliari, com 226 (73-71-82). A seguir terminaram o gaúcho Henrique Cachapuz, com 232 |(74-79-79) e Lorenzo Almeida, o Lolô, irmão mais novo de Luca, que jogou pela segunda vez na categoria C e terminou em quinto com 234 (79-76-79).

Mais campeões

Houve ainda mais três categorias masculinas. Na até 13 anos, o gaúcho Inácio Gigena venceu com 224 (78-74-72), seguido pelo carioca Antonio Basilio, com 232 (76-75-81), e pelo gaúcho Lucas Soares, também com 232 (69-83-80). Na até 11 anos, o pódio foi só de paulistas. Arthur Kerr venceu com 215 (72-74-69), seguido por David Knizek, com 240 (72-85-83) e Benicio Jorge, com 251 (84-78-89). Entre os de até 9 anos, que jogaram apenas nove buracos por dia, Gabriel Vanetti venceu com 117 (43-38-36), seguido pelo carioca João de Carvalho, com 129 (42-44-43), e pelo paulista Thomas Kerr, com 138 (46-45-47).

Felipe Almeida, vice-presidente da CBGolfe, apresentou a entrega de prêmios que teve a mesa formada ainda por Eudes de Orleans e Bragança, presidente da CBGolfe, Pedro Garcia, diretor financeiro da entidade; Flávio Maschietto, presidente da FPGolfe e seu vice-presidente Victor Maia, além de Marcelo Gullo, capitão do SPGC; e de Erik Andersson, head-pro do clube anfitrião

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O 36º Campeonato Brasileiro Pré-Juvenil e Juvenil de Golfe teve apoio institucional do Comitê Olímpico do Brasil, por meio de recursos da Lei das Loterias, além do apoio da Federação Paulista de Golfe e das empresas St. James, Liquidz e E-Bullet. A hospedagem oficial do evento foi no Intercity Nações Unidas. Esta foi a primeira vez que o Brasileiro até 18 anos foi jogado no São Paulo Golf Club, e a primeira no estado de São Paulo desde 2018, quando foi no Terras de São José Golf Club, em Itu.

Resultados

 

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