O grupo responsável pela apresentação de sugestões que serão levadas para serem debatida no I Congresso do Golfe Brasileiro na área de profissionais agradece a Federação pela abertura deste espaço. Nossas observações são:
1.Os profissionais devem levar em consideração que ainda somos poucos e estamos como em qualquer outro país atrelados ao golfe amador, aliás isto faz parte do sistema, pois não pode existir o profissional sem que haja o amador. O golfe foi criado há cerca de 500 anos pelos amadores, são eles a razão do esporte crescer, são eles os consumidores finais do produto, são eles a massa que move financeiramente o esporte, são eles as empresas que promovem os eventos de profissionais, são eles as empresas que criam novos campos, gerando consecutivamente a base de trabalho que hoje o esporte tem;
2.Devemos para tanto ter uma aproximação contínua entre amadores e profissionais, gerando uma parceria em todos os setores do esporte
3.Outro ponto chave está na criação de um sistema único de ensino, pois as dificuldades são muitas, para os profissionais, são poucos cursos ministrados, e na maioria das vezes quando temos alguns destes, os profissionais na sua maioria, por falta de instrução, ou mesmo de incentivo dos próprios clubes acabam não aproveitando deste benefícios, que sabemos quanto as entidades dirigentes do esporte lutam para a realização dos mesmos.
4.Temos ainda outro fator que consideramos fundamental, é o investimento não só no profissional jogador e professor, mas sim nos profissionais das demais áreas, tais como os green keepers, os starters, os responsáveis por drive-ranges, pelas casas de tacos, e tantos outros setores de fundamental funcionamento para o golfe. Existem enormes dificuldades em obter-se mão de obra qualificada, isto é fruto do não investimento nestes setores, da não profissionalização dos mesmos, falta de cursos, falta de um sistema estadual/nacional de ensino aos interessados.
5.Outro ponto critico está relacionado a falta de estrutura para com os eventos de nível profissional, temos visto que a cada ano, cada vez mais as competições de profissionais diminuem, isto por motivos da falta de recurso e da falta de interesse da iniciativa privada em investir na categoria, temos que rever todos os conceitos dos eventos dos profissionais, procurar soluções a curto prazo, dentre estas, incentivar a realização de eventos entre amadores e profissionais nos diversos centros golfísticos do Estado de São Paulo/Brasil, promover maior número de clínicas, sob a responsabilidade da associação profissional, promover eventos para o golfe feminino atrelado ao golfe profissional, elevar a condição de escolaridade dos profissionais já existentes e aqueles que surgirão num futuro muito próximo, criar um sistema de ensino das regras e etiquetas que regem o esporte específica para a categoria de profissionais, levar o golfe profissional juntamente com as federações para divulgar o esporte através das escolas de todo o Brasil, em parques públicos, em feiras, em congressos.
6.Ainda devemos trabalhar em conjunto com as entidades de representatividade do golfe para buscar a redução de tarifas para a importação de materiais esportivos específicos para o treinamento dos profissionais.Também devemos procurar a separação da política dos profissionais com o esporte em geral, visto que ao longo de quase 1 década o golfe profissional do Brasil passa por um crise de identidade, enquanto discutimos detalhes irrelevantes os tópicos mais importantes são deixados de lado, e com isto a classe é massacrada com a falta objetivos, entendermos ser agora o momento de virar a página, e em um amanhã próximo, unidos os esforços de todos (amadores e profissionais), realmente possamos chegar a tão esperado 100.000 golfistas no Brasil. A proposta é ousada, mas se houver vontade credibilidade na capacidade brasileira e na união de esforços, atingiremos o objetivo real.
7.Também devemos procurar a separação da política dos profissionais com o esporte em geral, visto que ao longo de quase 1 década o golfe profissional do Brasil passa por um crise de identidade, enquanto discutimos detalhes irrelevantes os tópicos mais importantes são deixados de lado, e com isto a classe é massacrada com a falta objetivos, entendermos ser agora o momento de virar a página, e em um amanhã próximo, unidos os esforços de todos (amadores e profissionais), realmente possamos chegar a tão esperado 100.000 golfistas no Brasil. A proposta é ousada, mas se houver vontade credibilidade na capacidade brasileira e na união de esforços, atingiremos o objetivo real.