Este tema requer uma atenção especial na discussão do I Congresso do Golfe Brasileiro, em razão da maior parte dos praticantes do golfe sequer saber as finalidades das entidades do golfe Brasileiro que são as responsáveis pelo mesmo, após debate do grupo, levamos ao conhecimento dos senhores as sugestões abaixo:
1.O papel da Confederação Brasileira de Golfe – aos olhos dos integrantes do grupo, a CBG tem a função legal de legislar sobre o esporte, em todas as esferas, principalmente na que se refere a federal;
2.Cabe a CBG como órgão maior do esporte do Brasil, a função de buscar subsídios para que as suas filiadas as federações possam desenvolver o golfe na sua parte mais importante que é a divulgação, e realização dos eventos, desta maneira possibilitando que associações, clubes e seus jogadores participem ativamente de todos eventos do esporte.
3.Outro aspecto importante está relacionado a questão de redução de alíquotas de importação para os produtos, maquinários e insumos utilizados no esporte, alíquotas que dificultam em muito o crescimento do golfe no Brasil. Esta é uma responsabilidade da CBG, que em parceria com as federações filiadas deve somar forças e levar uma proposta da redução das mesmas para os órgãos competentes.
4.Também temos a questão de representatividade nas entidades que comandam o golfe no continente sulamericano, muitas vezes em função se sermos o único país que não fala o espanhol, nosso voto junto a Federação Sulamericana não tem o peso que deveria ter, este é um fato que temos que rever. Mesmo sendo a principal economia do continente, temos problemas nesta questão, é importante mencionar que não devemos pleitear que nossas sugestões tenham que ser seguidas por todos, mas sim sejamos respeitados como os demais, este é um trabalho que entendemos ser uma função específica da CBG.
5.Também temos pontos cruciais em nosso esporte no dia a dia, principalmente aquele relacionado ao ensino, temos que buscar uma metodologia que deverá ser utilizada em todo o território nacional, visto que hoje o ensino do golfe não tem critério, e isto é ruim para o desenvolvimento do esporte.
6.Profissionais e suas associações – tema crítico. O momento é muito oportuno para que o assunto seja resolvido a nível nacional, a criação do CREF – Conselho Regional de Educação Física mostrou o quanto estamos atrasados neste aspecto, iremos sim ter um hiato grande na formação de novos professores, visto que a nova lei somente irá permitir o trabalho de professor de golfe para a pessoa que tiver o curso de educação física. Temos que nos unir para solucionar esta questão.
7.Governo Federal e sua participação no esporte – A CBG é o órgão maxímo do esporte, e uma de suas obrigações como entidade legislativa é buscar junto aos departamentos competentes do governo federal:
-Verbas destinadas ao esporte;
-Subsidios ligados a questão ambiental;
-Subsidios para a representatividade do Brasil em competições no exterior;
-Subsidios para a divulgação do golfe do Brasil no exterior;
-Subsidios para fortalecimento do esporte em escolas, faculdades e universidades de todo o território nacional;
-Subsidios para treinamentos de equipes através de convênios com universidades federal ligadas a área de educação física.
8.Compete também a CBG como órgão legislativo, tendo o apoio das suas filiadas, a busca de entendimentos com as demais confederações esportivas do país para a apresentação de legislação especifica que venham a reger o esporte amador, visto que todas as leis do nosso país sempre tem como base o esporte profissional, dificultado em muito a trabalho de todos.