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terça-feira 19 de março de 2019

Sul-Americano Juvenil: Brasil estreia nesta 4ª feira em busca de vaga para o Mundial do Japão

Três dos seis jogadores da delegação – Meilin, Choi e Gui – são de clubes paulistas

 

por: Ricardo Fonseca

Meilin, Bia, Nina, Erik, Choi, Gui e Andrey. Foto: Jairo Grinberg

Meilin, Bia, Nina, Erik, Choi, Gui e Andrey. Foto: Jairo Grinberg

Com três paulistas entre os seis integrantes da delegação, o Brasil estreia nesta quarta-feira no Campeonato Sul-Americano Juvenil, no Nordelta Golf Club, na Argentina, tentando conquistar uma das duas vagas para o Toyota Junior World Golf Cup, o Mundial Juvenil, disputado anualmente no Japão, no meio do ano.

O Brasil classificou-se duas vezes para o Mundial masculino: em 2015, no Chile, quando ficou em terceiro, mas foi beneficiado pela desclassificação posterior da Argentina, que tinha sido vice, e em 2016, quando foi vice-campeão na Venezuela. Em 2017, em Porto Alegre, o Brasil não aproveitou a vantagem de jogar em casa, terminando em terceiro, e, em 2018, ficou apenas em quarto, na Venezuela.

Equipes - O gaúcho Andrey Xavier, número 1 do Brasil, que jogou em 2017, mas não em 2018, retorna ao time este ano ao lado dos paulistas Thomas Choi, juvenil número 1 do Brasil, que compete pela terceira vez no Sul-Americano, e Guilherme Grinberg, campeão brasileiro pré-juvenil de 2018, que fará sua estreia na competição. Ambos são do São Paulo GC. Uma equipe forte que tem condições de enfrentar de igual para igual os times dos outros nove países sul-americanos, incluindo os favoritos argentinos, que defendem o título em casa.

No feminino, o Brasil terá duas veteranas, que já jogaram juntas em 2018, quando o Brasil ficou em nono: a carioca Beatriz Junqueira, do Itanhangá, que retornou há pouco de um longo período de afastamento por causa de uma lesão no joelho e terá o desafio de enfrentar um dia de treino e quatro de jogo, e Nina Rissi, que mora na Espanha e só se juntou ao time na Argentina, Completa a equipe a estreante paulista Meilin Hoshino, juvenil número 1 do Brasil, também do São Paulo, clube que cedeu metade da delegação brasileira.

O vôo que levava a delegação atrasou e o time ainda perdeu muito tempo – duas horas – para passar na alfândega, nesta segunda-feira. Com isso chegou ao clube às 17 horas e treinou apenas três buracos. Nesta terça, o Brasil treina a partir das 10 horas. O profissional Erick Andersson, head-pro do São Paulo e coach nacional do Brasil acompanha o time. Euclides Gusi, presidente da Confederação Brasileira de Golfe é delegado do grupo.

Destaques - Esta será a 52ª edição do Sul-Americano Juvenil masculino e a 45ª do feminino. Apenas 14 jogadores dos 60 que competiram em 2018 voltam este ano, entre eles o argentino Federico Shin, que defende o título ao lado de Guillermo Estivill, campeão da Copa Tailhade 2018, e Vicente Marzilio, campeão do Aberto Internacional de Las Brisas de Chicureo. A equipe da casa é forte também no feminino, com Valentina Rossi, campeã da Argentina e número 1 do país, Agustina Gómez Cisterna, que mora nos EUA e ganhou em dezembro o IMG Florida Challenge; e Pilar Muguruza, ganhadora da Copa de Oro, em Mar del Plata.

A Colômbia defende o título feminino com María José Bohórquez e María Camila Moreno, que foram ao Mundial Juvenil do Japão, em 2018. Bohórquez é a campeão= Nacional adulta e do Nacional Juvenil de Match Play de seu país, enquanto Moreno foi a campeã da Copa Camilo Villegas. Cristina Ochoa ganhou vaga na seletiva, mas vem de um título no Annika Invitational Latin America, na Argentina.

Sede - Nordelta estreia como sede do Sul-Americano Juvenil depois de a Argentina receber o torneio no Mar del Plata Golf Club, em 1969 e 1979, no La Cumbre Golf, em 1989, e no Martindale CC, em 1999. Em 2009, na última vez em que jogou em casa, a Argentina levou os dois títulos no CCG Las Praderas de Luján, com Emiliano Grillo, Jorge Fernández Valdés e Leandro Marelli, no masculino, e Victoria Tanco, Sofía Toccafondi e Jazmín Reina, no feminino.